SÍNDROME DO PÂNICO (FOBIAS)

“A melhor maneira de melhorar o padrão de vida está em melhorar o padrão de pensamento.” U. S. Andersen




CONTEÚDO: (adaptado conforme as necessidades da criança)

Estados fóbicos – específicos ou múltiplos

É uma doença mental que pode apresentar ressonância psicossomática, de características restritivas que é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde – OMS, com o código (CID-10). O sofrimento psicológico e corporal deve ser tratado com procedimentos psicológicos e, nas crises mais graves, deve ser apresentados procedimentos psiquiátricos, visando indicação medicamentosa, com possibilidade de atenuar a situação-problema, melhorando o estado suportivo do paciente.

Para o tratamento psicológico serão adotados os procedimentos de diagnósticos conforme as características fóbicas e o estado do paciente para os possíveis enquadramentos, considerando os sintômas manifestos e latentes, e as características restritivas e o desencadeamanto do estado síndrome do pânico e as classificações das fobias.

Detecção dos estados fóbicos específicos ou múltiplos nos Setores Adaptativos da vida da pessoa:

Afetivo-Relacional (A-R) – Produtivo (Pr) – Sócio-Cultural (S-C) – Orgânico (Or).

Estados Somáticos Emocionais

. Caracteriza-se por uma intolerância da incapacidade da pessoa de dominar e elaborar psiquicamente os estímulos externos muito intenso e surpreendente, levando-a a desordem do comportamento e a presença de associações, perturbações, deslocamentos, condensações, desencadeamento de manias e desinvestimento de si mesmo.
. Ansiedade em grau elevado.
. Ansiedade antecipatória.
. Angústia intensa.
. Medo de morrer.
. Medos sem justificativa aparente.
. Interpretações equivocadas das sensações corporais.
. Atenção direcionada para catástrofes.
. Expectativas de perigo consigo ou com algum membro da família.
. Aprisionamento negativo quanto ao futuro de si ou de algum membro da família.
. Sentimento de desamparo.
. Sentir-se só mesmo estando com pessoas afetivas ao lado.
. Necessidade de rígido controle.
. Vulnerabilidade.
. Isolamento.
. Insegurança, mesmo em situação que antes havia controle (ex: dirigia e após o trauma não dirige mais).
. Atenção direcionada para catástrofes.
. Ansiedade em grau elevado.
. Ansiedade antecipatória.
. Psicossomatização (doenças somáticas).
. Sintomas orgânicos – diversos, entre outros.

 


METODOLOGIA: de acordo com a necessidade de cada criança. As técnicas e os procedimentos psicológicos nas atividades são ancoradas nas teorias do desenvolvimento, Teoria de Jean Piaget